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Foto: Agência Brasil
Chapecó

Privacidade: Jovem denuncia possível invasão em celular durante atendimento em loja de telefonia no Oeste

Moradora afirma que imagem armazenada em pasta oculta do celular teria sido compartilhada sem autorização.

Luan

Luan

Foto: Agência Brasil

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Uma moradora de Chapecó procurou a polícia e denunciou um atendente de uma loja de telefonia após perceber que uma foto pessoal armazenada em uma área restrita do celular teria sido acessada e compartilhada sem sua autorização durante um atendimento comercial. O caso veio à tona após a jovem relatar a situação em um vídeo publicado nas redes sociais.

Segundo o portal Oeste Mais, ela esteve no estabelecimento para realizar a alteração do plano telefônico e, durante o procedimento, o funcionário solicitou a senha do aparelho alegando que precisava acessar aplicativos da operadora para concluir o serviço. Como o atendimento demorou alguns minutos, a cliente não desconfiou de qualquer irregularidade naquele momento.

No entanto, logo após deixar a loja, a jovem afirmou ter notado uma notificação indicando o envio de uma imagem por meio do sistema AirDrop, ferramenta utilizada para compartilhamento de arquivos entre dispositivos da Apple. A fotografia, conforme relatado por ela, estava armazenada na pasta de itens ocultos do celular.

Abalada com a situação, a moradora entrou em contato com familiares e buscou orientação de um amigo policial. Em seguida, acionou a Polícia Militar para registrar a ocorrência e receber orientações sobre os procedimentos a serem adotados.

De acordo com a jovem, ela retornou ao estabelecimento acompanhada por policiais e familiares. No local, teria tido acesso ao aparelho celular do funcionário, onde encontrou outras imagens de mulheres armazenadas em uma pasta oculta. Ainda segundo o relato, ela apagou a foto que lhe pertencia e verificou se havia indícios de compartilhamento por aplicativos de mensagens, mas não encontrou registros adicionais.

A vítima formalizou um boletim de ocorrência e decidiu tornar o caso público para alertar outras pessoas sobre possíveis situações semelhantes. Em suas redes sociais, afirmou que sua principal preocupação é com mulheres que eventualmente possam ter passado pela mesma experiência e não tenham denunciado o fato.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o posicionamento do estabelecimento ou do funcionário citado na denúncia. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.


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